Querida.
Minha Grande Lua.
Tão estrela, na qual o nome, chamo:
Luna.
Tu, que não me destes tua posse,
deste, pois, teu brilho empossado
nos olhos de minha eterna amada.
Luna pequena, tu, que aprendestes a conviver
tão rodeada de estrelas,
porém, tão só.
Tu, minha Grande Lua; Lua tão pequena,
daqui, tão grande em relação a mim.
Tu, na qual separada do Deus Sol
vive apenas na sombra de teus raios
de calor.
Tão sombria quanto a mim, estou aqui,
sem alma.
Tu, na qual alma desespera,
Ouvistes meus gritos?
desesperados, suplicados, pedintes.
Vês? Porque abençoara esse amor,
se levastes aquele brilho para longe?
Para, tão, novamente, distante.
Vou perdendo o ar, Luna.
Me ensina a conviver sem a tua presença,
Minha Luna,
São tão ... e tão intensamente lunática.
Ensina-me a conviver com tua ausência
Porque deixastes Luna?
Porque deixastes que tirassem minha vida,
de mim ? [...]
Luna, como retirar essa dor, esse medo, esse pavor?
Minha Luna,
Não aguento mais.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
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