Amar-te como amo-te em minha vida
Como caminho em cima das nuvens negras
Do meu céu.
Quando arregaço-me as mangas de meu corpo
E toco a água de tua boca;
Água da vida; Da salvação
Que encontra-me em vestes brancas,
Ou em pequenos grãos lançados ao chão.
Procuro-te dentro do mim que fui
Para resgatar o amor que de ti alcancei
Para sobreviver aos naufrágios dessa tormenta
E desvanecer - te entre o céu des(estrelado)
Nesse pavor de perder-te
Vejo em mim uma águia faminta
Cortando o céu do teu mundo
Do teu luar criativo
Deslumbro-me entre as névoas do que vivo
Dentre o medo de estar e do não estar vivido
Meus pés tão inertes ao vento
Se tranformam em asas negras
Para pintar-te e trazer-te junto a mim.
" Sonhei com isso, com essas palavras"
segunda-feira, 18 de junho de 2012
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