Anos que vem; Uns,
Poucos e muitos ...
Lá se vão.
Em meio ao passado,
Criadores de promessas
Em meio ao naufrágio,
Ou a alegria do amanhã.
Como uma folha em branco,
Branco de papel;
Revira as entranhas do medo,
Aquele de um futuro qualquer.
Ou não temas,
Figura ilusória ... O passado já vai indo,
O futuro arreganha.
Ano que vai; Junto sozinho
Misturando amor, sorriso
Um pouco de Carinho.
Levando embora o que passou,
para amanhecer.
Assim quem sabe no nascer do dia,
Outros escolhas nos serão dadas;
Para viver ou acreditar
E querer, poder e sonhar.
Estranhando a estranheza
Para nunca sermos normais.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
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