Suponho que ache - me amada , que ache - me inventada . Posso dizer lhe que minha solidão me acompanha , em cada passo dado , em cada palavra inventada . Quero informa lhe que sou a água da tempestade derramada , a rocha quem sabe rachada ,uma pessoa restaurada . Talvez , suponha que não preciso de ti , que estás apenas só , andando por aí . Princípio absoluto , cruel de mim . Quero apens avisar - te do que és para mim , e se minha solidão deixasse , polparia me de julgar - te . Vou lhe dizer inesqueciveis palavras , mostrarei segredos guardados , reinventarei meu ser , complementando tua metade .
Bruna Mendes( 25/12/09)
sábado, 26 de dezembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário