A noite tocou a sutileza da minha escuridão
Eu senti como se houvesse apenas eu comigo mesma
E no abismo de não saber onde estava, cruzei meus pensamentos
Na ironia de pensar no acaso da vida
Diante da fogueira de almas lhe jurei o meu amor
E o vinho avermelhado me mostrou a embriaguez
De te ter em meus braços por toda a noite
Na vermelhidão do meu sangue, brotando suspiros
Condenei minha existência ao lado preferencial
E nas vestes da ousada lua
Derramei o meu desejo carnal
Eu juro amor eterno novamente
Diante das ásperas emoções que me guiam
Contornando as vésperas do luar diante de nossos corpos
Os caminhos traçados nos levarão ao infinito
A eterna vida após a nossa vida aqui
domingo, 1 de agosto de 2010
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