Visitantes.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Há medo.

Estranhamente me desmancho
Encontro meu pranto
Para nos teus braços me recolher
Contemplando os teus olhos
Para encontrar o céu
Chegar perto de Deus
Encarar meu choro,
Que adormece
Sob o calento de tuas mãos
Penetrando em minha vida
Esta eterna mulher;

E sob mim há medo
Há vergonha e compaixão
Há desejos e sonhos
Há solidão
Dentro de mim há medo
Há traumas escondidos
Há mais medo e solião
Neste mundo encardido
Dentro de mim há lealdade
Há amor e paixão
Há medo da perda
Medo da ilusão
Dentro de mim há pesadelos
Há vergonha e força
Há fraqueza e incoerência
Pois a morte; consumiu minha carne.

Um comentário: