(...)
Por onde eu vá ... quem sabe,
por onde eu viva. Por onde eu crie codinomes, por onde eu respire sem
desperdícios. Por onde eu cante encantando-me, por onde a poeira seja guia ...
quem sabe o hilário seja amo ... este teu sorriso inspira poesia. Pois onde
ando há muralhas desenhadas por mulheres. Onde o céu aponta-me, sem frieza,
assobios. Um pássaro aqui ... outro quem sabe lá. Pois onde eu ando tem brilhos
... tão castanhos encontrados em teu olhar.
Por isso, deixe-me andar ...
olhando para o céu. Aquele repleto de estrelas ... cobrindo-te em véu. Pois,
assim, quando a lua me seguir, haja prometido, serei a tua amante ... nosso
amor...para sempre, protegido.


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