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segunda-feira, 10 de março de 2014

Caminhos.

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Por onde eu vá ... quem sabe, por onde eu viva. Por onde eu crie codinomes, por onde eu respire sem desperdícios. Por onde eu cante encantando-me, por onde a poeira seja guia ... quem sabe o hilário seja amo ... este teu sorriso inspira poesia. Pois onde ando há muralhas desenhadas por mulheres. Onde o céu aponta-me, sem frieza, assobios. Um pássaro aqui ... outro quem sabe lá. Pois onde eu ando tem brilhos ... tão castanhos encontrados em teu olhar.

Por isso, deixe-me andar ... olhando para o céu. Aquele repleto de estrelas ... cobrindo-te em véu. Pois, assim, quando a lua me seguir, haja prometido, serei a tua amante ... nosso amor...para sempre, protegido.

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