segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Dia de esperança.
Não se sabe qual o dia da esperança; Muito menos o dia em que o sorriso torna-se o melhor conceito do que pode ser realidade. Não se sabe o dia em que a solidão tornou-se nua, sem cor, sem identidade. Nada de dores por essa noite derradeira, arrastando-se entre os miúdos incansáveis de uma felicidade quase ilusória. Nada se sabe do destino amarrado a esperança ... emaranhado a possíveis lágrimas de (des)esperança. Nada de sabe do Adeus solitário, perpetuado na distância de uma face posta de verdades. Num caído, pedacinhos de céu travestidos de bondade, juntos de bem feitos traduzidos em solidão. O som da risada, o som do poema, o som do sorriso cegando ... o som do som das linhas tortas que exalam pureza ... o som do Adeus de um Deus que talvez estivesse aqui e na verdade, nem tenha ido embora mesmo. O momento em que se encontra lealdade ou quem sabe, encontra-se crueldade travestida de bondade. Um sorriso quase cruel, ou, quem sabe, de desejos longes pintados de futuro; Um desejo rabiscado de esperança; Um pouco a pouco de cara com a vida. Não se sabe onde está a esperança ... mas aquele dia, eu vi, juro que vi, o sorriso de uma criança, e, ali, nasceu o Adeus a solidão da (des)esperança, criada e recriada num monumento de pavores que voam para longe ... longe do céu negro. Não se atendo a pavores mal criados, pois ali, existe o sonho da igualde. Existe o beijo da pureza.; Existe o lar das linhas tortas configuradas num céu repleto de sorrisos e lágrimas de vontade.
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