A dor; Que dor desesperada
Deveras sente a alma
Desalmada. E outras estórias
Coloridas. Dão-me um ponto final,
Dão me a morte em vida.
A dor; Pernoitando aparente
Ríspida; Um olhar quase eloquente.
Rastejando em gemidos de pavores,
Quase, afinal, transparente.
Não diga-me exagerado que te vás,
Podes ser que meu bem fique aqui,
Mas a dor (...) A dor não é capaz,
Nem de olhar, nem ver nem sentir.
A dor; Eu sinto que tu sentes,
Ela quase nada, prazer, sou eu viajante;
Das linhas borradas;
De um vazio qualquer.
A dor, sem o não sorridente
Dou-me para a vida; Senão qual a morte
Fará de minha vida um retrato vivente?
Fará de um quarto; Um progresso
Doente.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
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