Agarre-se a mim, te darei os meus braços para acalentar teu corpo
Sinta o calor do meu colo, abraçando teus pesadelos
Faça de mim a tua aliada, contemplando a luz da lua
Peça-me minha alma, para entrelaçar com as vestes da tua
A sede do teu amor alcança meus propósitos
Agarra mes braços e traz a promessa do teu beijo
A escuridão se agarra ao nada da embriaguez
Onde o vício do teu corpo me segue, enbriagando
A alma escurecida se sente polida
Nos braços daquela que eu insisto em acolher
O amor que a mim cabe revive meus dias
O sol que esquenta a manhã insiste em nascer
Jurar amor eterno talvez não seja a minha exatidão
Contemple ao menos o poder do que tenho em minhas mãos
O poder de te amar na cegueira da escuridão
Revive o nada dos meus olhos, abraçando o mar da nossa paixão
quarta-feira, 21 de julho de 2010
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