Leve e sombria. Arrepiante e penetrante
Contornou os restos dos sonhos que vagaram pela noite
Cansados e sutis. Leve como o vento
Minha alma derradeira recostou na sombria parede da escuridão
Trouxe os vestígios da minha carne
Pedaços irremediáveis da minha ação
Jogaram ao ar a morte das minhas emoções
Acreditei em um futuro diferente
Contornando minhas diferentes metades
Chorei frio e arrepiadamente
Encontrei dentro de mim, eu mesma
Talvez perdida durante as tempestades
Organizando as diferentes ousadias do meu desejo carnal
Cintilam as palavras por aqui
Remetem a solidão do desespero
Grito diante dos meus pesares
Ninguém me ouve. Cadê minha esperança?
Tlavez tenha descido pelos córregos da minha imaginação
Nas paredes das minhas razões
Nos perigos da minha morte ..
quarta-feira, 28 de julho de 2010
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