Mas quem disse, crianças, que céu preto é do mal?
Mas meu céu está negro;
As luzes se apagaram.
Mas o vento corre;
Desperto no silêncio.
O tempo olha por trás das dores.;
Ensinando a ferocidade da lágrima;
Marcando na terra molhada;
De chuva; De lágrimas; De suor.
Minha canção trava (...) Sem medo de escuros.
De tranquilidade imbatível;
De vômitos enaltecidos;
De tremor congelado.
Mas nessa noite mal chorada,
O céu está negro
E dizem que assim é mal.
Mas mal ... é o silêncio.
Silêncio que desaba meus sonhos (...) Desaba meu porto.
Silêncio que transforma o tempo (...) Desafia o vento.
Silêncio que parece de criança, parada no tempo.


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