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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Aflições.

Exasperadamente minha alma se transporta; Exala amor e vitória. Proponho-me, neste momento, uma escuta dilacerada de coração encardido. No fechar de olhos vejo me aqui, desesperada, amante. Crio em mim um sentido eterno. Uma poesia adversa. Um manejar oculto. Cravejo aqui linhas de desesperança. Corpos dilacerados. Lágrimas avulsas. Perdidas em mim, onde encontro eu? Perdida em confusões e problemas conscientes e tão dolorosos que chegam a ser massacres, destrutor de sorrisos sinceros. Deturpador de sonhos. Coragem. Coragem. Último suspiro de profundidade.
Desejos mal ditos. Corpos afogados; Volúpias temorosas; corações irrigados; peito afável; ar rarefeito; lágrimas corrosivas(...) detenha-me, aflição.

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