Borboletas borbulham em voos altos.
Algumas saem de meu estômago.
Outras de meus sentidos.
Outras de meus olhos.
Pois (...) sabe (...)
estou inerte em mim. E,
esta noite a solidão invadiu
minha casa ou
minha alma. E estou
flutuando
entre suas asas. E estou
carregando suas vestes. E, agora estou
beijando seus
lábios. Podes sair
de mim,
agora?
quarta-feira, 8 de abril de 2015
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