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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Borboletadas.

Borboletas borbulham em voos altos.
Algumas saem de meu estômago.
Outras de meus sentidos.
Outras de meus olhos.
Pois (...) sabe (...)
estou inerte em mim. E,
esta noite a solidão invadiu
minha casa ou
minha alma. E estou
flutuando
entre suas asas. E estou
carregando suas vestes. E, agora estou
beijando seus
lábios. Podes sair
de mim,
agora?

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