As horas se misturaram. O barulho do relógio me pertence
A água que cai do céu está vida. Meus dedos tão mortos.
Na antiga beleza, encontro meu encanto
Apenas com os olhos fechados, com mesclas de desencanto.
Parece morto. Uma grande ficção ... Parece inconfundível
Algo sem completo perdão.
As horas, tão complexas. Passam e batem em minha cabeça
Quando meu coração impune te espera ao redor do tempo.
Luto! Grito! O tempo não consegue parar.
Eu queria muito, meu bem. Ouvir o teu respirar.
A saudade aperta, antes tão inútil. Porém, agora,
por impulso, tão covarde, tão culpado, tão ferido.
terça-feira, 10 de maio de 2011
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