Esquivei-me dentro dos pesares. Fui réu.
Uma beleza efêmera que logo vá. Logo, além.
Fui num momento a alegria. Fui noutros a tristeza
Hoje, sou a moradia. Um lar de grandes letras.
Voando diante de mim.
Procuro uma clareza ilegível. Uma grande surpertição
No nada encontro tudo. Tudo em grande lentidão.
Não tenho medo de morrer, muito menos de perder.
Tenho medo de viver. Da vida e da mornidão.
terça-feira, 10 de maio de 2011
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