sexta-feira, 21 de maio de 2010
Eu direi que a amo.
Quando as árvores despirem suas folhas. Quando o sol amanhecer em meu rosto acariciando minha face e seus raios beijaram as ondas do mar e enlaçaram a areia como pedras e brilhantes amuletos. Quando meus olhos vazios encontrarem o azul brilhante do céu e o algodão das nuvens. Direi que a amo. Quando meus pesadelos intermináveis morrerem dentro da escuridão dos meus olhos. Quando o sussurrar do vento elevar seus gemidos em torno das montanhas esverdiadas e as famosas brumas deste terrível mar alcançar as atmosferas da minha solidão. Direi que a amo. Quando o nevoeiro interromper meus pensamentos exagerados e absortos da minha alma. Quando minha face colar com a face do vento e acariciar as escuras curvas dos caminhos em minha frente. Quando a metade de mim estiver alegremente preparada para sucumbir a alegria de olhar na janela naquela manhã. Eu direi que a amo. Quando eu não presenciar o medo de dizer que te amo. Eu direi que a amo.
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